Amir Slama lança nova grife

Pra quem achou que Amir Slama depois de se desligar da marca Rosa Chá (vendida ao grupo Marisol) iria dar um tempo no mundo da moda, se enganou.
O estilista esta montando uma nova grife de beachwear, batizada comseu póprio nome, a marca Amir Shama mostrará a primeira coleção em maio de 2010, mas não esperem desfiles porque, segundo ele “Quero evitar, pois os desfiles estão muito desgastados. Servem mais à imprensa do que ao consumidor”.

Outra notícia do estilista é que ele criou uma série de roupas de moda praia para a C&A- lançadas essa semana. “São roupas baratas, mas de qualidade. Hoje, a qualidade não é diferencial, é exigência do consumidor, seja para roupas caras, seja para as baratas”.
Quem pensa que as novidades param por aí, se enganou de novo. Além de tudo isso, Amir se tornou diretor criativdiretor criativo da Trousseau, de roupas de cama, mesa e banho e, planejou um conjunto de produtos para a Tok Stok, como toalhas e guarda-sóis.
Amir Slama está com tudo e a previsão de abertura de sua nova marca deve ser no ano quem vem em SP, Rio e também Nova York (chic hein)?
Alguns trechos foram retirados do jornal Folha de S. Paulo (Ilustrada- Última Moda, do dia 6 de nov de 2009).
“Anarquia” na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
“Anarquia” na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na sua 33ª edição, selecionou 424 filmes de vários países para serem exibidos, de 23 de
outubro à 5 de novembro de 2009, em diversas salas da cidade.
Desta vez o festival traz dois filmes “anarquistas”: A Mulher do Anarquista (Die Frau Des Aanarchisten) – 2008 – Alemanha, Espanha, França; e Louise Michel, A Rebelde (Louise Michel) – 2009 – França.
Os filmes serão exibidos nos dias 30 e 31 de outubro e 01 e 05 de novembro. Confira os horários e locais aqui: www.mostra.org
Para saber mais sobre os filmes:
A Mulher do Anarquista
Mais de um milhão de pessoas perderam a vida na Guerra Civil Espanhola, dois milhões tornaram-se prisioneiros e meio milhão foram expulsas da Espanha. Durante esses angustiantes anos entre o golpismo de Franco e o fim da 2ª Guerra, passa-se a história de uma jovem e seu eterno amor. O advogado Justo Calderón, brilhante republicano, luta contra Franco tanto nas trincheiras quanto no rádio como a “Voz da Revolução”. Sua elegante e jovem esposa Manuela é mimada, apolítica, mas uma amorosa mãe para a filha Paloma, e muito apaixonada por seu marido. A jovem família sofre os horrores da Guerra Civil, toda a dor da traição, o confinamento, a tortura e as angústias da separação.
Quando as tropas de Franco vencem, Manuela perde contato com Justo. Sozinha, sem dinheiro, ela e Paloma lutam para sobreviver. Mas Manuela não perde as esperanças de reencontrar Justo um dia. Na sua incansável busca pelo marido, ela vê uma foto num artigo de uma revista sobre prisioneiros num antigo campo de concentração e se convence que é ali que Justo está. Agora, sua busca tem uma nova urgência.
Veja abaixo, o trailer do filme:
Louise Michel, A Rebelde
Louise Michel é uma francesa revoltosa da Comuna de Paris. Embora todos saibam seu nome, ninguém sabe quem ela é. Condenada por ter combatido as tropas de Bismark, depois de um tempo na prisão Rochefort, ela é enviada como milhares de revolucionários para a
distante Nouméa, na Nova Caledônia, enquanto em Paris o jovem George Clémenceau tenta obter anistia para todos os comunas. Professora,
amiga do famoso Victor Hugo, torna-se em Nouméa uma resistente admirada por todos os homens. Ela não só anima suas companheiras de prisão como também faz amigos entre os nativos da ilha, conhecidos como Kanaks. Ensina-lhes francês, aprende os seus costumes e fica ao
lado deles quando se levantam contra a autoridade colonial. Sua anarquia não é uma ideologia, mas uma atitude moral. Ela conclui a detenção lecionando numa escola que reúne na mesma sala crianças Kanaks e outras etnias.
Pra quem se interessa, é uma otima oportunidade!
Não percam!
Entrando no universo underground do grafite
Oi gente, tudo bem?
Ah sexta-feira nem acredito, HOJE estréia o filme COCO before CHANEL (não percam).
Bom, uma das disciplinas da minha faculdade (optativa, que eu escolhi fazer) foi GRÁFITE, ou melhor Expressões Gráficas Urbanas. Há algum tempo eu venho estudando a história do grafite, fazendo stencil e tags.
Pra quem não sabe stencil é um desenho ou ilustração que representa um numero, símbolo, tipografia ou qualquer outra forma ou imagem figurativa ou abstrata, que possa ser delineada por corte ou perfuração em papel, papelão, metal ou outros materiais.
Abaixo, alguns que eu fiz, os bonequinhos foram os primeiros e a Mafalda está no meu apê:


TAG: assinatura, apelido, sigla:

Bom, procurando mais sobre esse universo underground do grafite eu achei essas verdadeiras obras de arte: grafite no esgoto.
O responsável por esses grafites é o grafiteiro José Augusto Amaro Capela, o Zezão.
Vou falar um pouco sobre ele:
Para José Augusto Amaro Capela, vulgo Zezão, como é conhecido entre os grafiteiros do mundo todo, deixar suas marcas em esgotos, tampas de bueiros ou em paredes da “cracolândia” se transformou no modo mais sincero de transformar sentimentos marginais em arte.

Grafiteiro desde 1995, Zezão ingressou no mundo das artes por acaso. “Eu desenhava sem pretensão. Queria só rabiscar”, declara. Quando questionado sobre o motivo que o levou às ruas, Zezão responde sem dificuldades: “Eu sempre gostei das ruas, queria deixar a cidade mais bonita”. A paixão pelo ambiente urbano, pela perturbação da metrópole sempre dirigiu a vida deste artista paulistano, nascido no bairro do Bom Retiro e criado em meio a galpões da antiga indústria paulista que levantava a economia no início do século XX.
A dificuldade de encontrar um de seus grafites é justificada pelo próprio Zezão: “Ah, eu sempre pintei para as pessoas da rua. Pessoas como mendigos, gente de albergue que não tem condições de comprar arte”. Segundo ele, seus alvos preferidos contradizem o princípio do grafite: dar visibilidade à mensagem criada. “Ninguém queria ir grafitar o esgoto comigo. Ninguém entendia nada”, salienta.


Apesar da despretensão dos trabalhos do artista, em 2005, algumas de suas obras foram expostas em uma tradicional galeria de arte urbana em São Paulo: a Choque Cultural. “Depois da Choque Cultural, eu comecei a ser chamado para várias exposições pelo mundo”. Suas obras estão registradas em galerias de Nova York, Londres, Paris, Alemanha entre outros países. No Brasil, está no lugar em que tudo começou, na Choque Cultural.
Além de expor nas grandes galerias de arte underground, o artista vende suas obras para quem deseja tê-las em sua casa. Ele grafita residências de empresários, publicitários, executivos e não sente qualquer tipo de receio em comercializar seu trabalho. “Quando eu era mais novo eu não aceitava isso”. No entanto, Zezão salienta que não se pode deixar que oportunidades passem. Hoje, morador da Serra da Cantareira, bairro afastado do centro, o artista busca paz e tranqüilidade, longe da confusão que um dia lhe seduziu a largar a escola e dar vazão aos seus sentimentos por intermédio da arte.
Mesmo tendo aceito o apelo comercial de suas obras, Zezão revela que pintar as ruas ainda é a parte mais sedutora do mundo das artes. “Grafite é subversão, uma coisa ilegal. Muita gente não entende isso”.
trechos retirados do site: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/traco/2008/02/22/imprensa17366.shtml
Para conhecer o trabalho de Zezão acesse:
http://www.artesubterranea.com (site oficial)
http://www.myspace.com/zezao
http://www.lost.art.br/zezao.htm
http://www.flickr..com/photos/zezao/
http://www.fotolog.net/vicio_z
Coco before Chanel
Estreando nos cinemas brasileiros dia 30 de outubro, o filme “Coco before Chanel” (Coco antes de Chanel) vai mostrar o pensamento de uma das mulheres mais influentes do século XX.

A responsabilidade de fazer um filme deste porte ficou para o trio: a diretora Anne Fontaine, à atriz Audrey Tautou e à figurinista Catherine Leterrier, que juntas (e com toda a equipe e os estudos) conseguiram reproduzir a vida de Chanel, com o foco na sua juventude difícil e não no glamour.
“Como um cérebro pode funcionar debaixo desta coisa?”
(pergunta Chanel ao arrumar o chapéu bastante ornamentado de uma mulher).

autêntica, Gabrielle Chanel, a verdadeira
O legado de Gabrielle Chanel (18883-1971)não se limita apenas nos inventários para a moda feminina e sim representa uma atitude que ajudou a emancipar a mulher do desconforto nada prático que a escondia debaixo das roupas, liberando- a para agir e pensar.
A atriz que interpreta Coco Chane vê pontos em comum entre ela e a estilista, como fazer frases de efeito, ter conquistado Paris e seguir um estilo minimalista masculino de “sempre remover, nunca adicionar” (como dizia Coco Chanel).

A figurinista Catherine Leterrier levou a tela a máxima da estilista de que “a simplicidade é a chave da verdadeira elegância” e disse que perdeu o sono durante varias noites, mas valeu o esforço: “Teve gente da Maison que chorou quando viu Audrey Tautou no set: era Chanel em pessoa”.
Bom, não esqueçam: dia 30 de outubro estréia nacional do filme “COCO ANTES DE CHANEL”.
Não percam!!!
E para o público infantil, infanto-juvenil que já admira esta pessoa tão influente e atemporal, segue à dica (além de é claro, assistir o filme) de ler o livro “Diferente como Chanel” que traduz a trajetória da estilista para a linguagem infantil.

Escrito pela escritora norte-americana Elizabeth Matthews (que assina textos e ilustrações), o livro conta deste sua pobre infância em um orfanato à abertura de sua primeira Maison com ajuda de um aristocrata apaixonado, a trajetória vitoriosa de uma mulher à frente de seu tempo.


O livro chama-se “Diferente como Chanel”, da Editora Cosac Naify, tem 40 paginas e custa R$35.
Vale a pena!
Passeio da moda pelo centro de SP
Oi gente, tudo bem?
Ontem, fiz um passeio que é uma ótima opção para quem gosta de moda e também de passear e se atualizar sobre a “vida de verdade”, que cá entre nós não é beeeeem a mesma que lemos nas revistas ou vemos nas novelas. Meu namorado me deu uma carona até o Shopping Santa Cruz, e dali peguei o metro até a Luz.

Na Luz, você pode optar por um circuito mais cultural (que eu posto aqui num outro dia), passando pela Pinacoteca e o Museu da Língua Portuguesa, ou o “caminho da moda”, que é o que vou escrever aqui.
Para começar o programa, uma voltinha na Rua José Paulino.

Para quem nunca foi até lá, a Rua José Paulino fica quase ao lado da estação da Luz em SP, é fácil de chegar de carro, mas o gostoso mesmo é ir de metrô.
Ah, o ideal é ir bem cedinho, porque fica mais fácil de andar e por não ter tanta gente, dá pra olhar as coisas com mais calma.
Diferente do que muitas pessoas pensam, o centro de São Paulo não é mais perigoso do que a maioria dos bairros.
Pode deixar a neura da “cidade grande” em casa, mas não desgrude de seus pertences, nem fique de bobeira.
Na José Paulino encontramos várias tendências da moda a preços mais acessíveis. Cuidado, não é toda loja que tem produtos com ótima qualidade.
Minha dica são as lojas: Limelight, Triângulo, Cor & Tom e Talento. Mas cada um tem um gosto, pode ser que você se encontre em outras lojas, fique a vontade para acrescentar suas preferidas (é só clicar em “Comentar o post” lá embaixo).
De lá, é quase que obrigatório um pulinho na 25 de Março, maior “shopping popular a céu aberto” de São Paulo, onde você encontra de bijuterias a material escolar, passando por brinquedos, DVD´s, CD´s, Pen drives e demais “réplicas” de quase toda tranqueira que em algum momento a gente precisa.

Minha dica é comer um “abacaxi no gelo” (o calor é grande) e ficar caçando assessórios diferentes à ótimos preços.
Pra finalizar o passeio, depois de tanta andança, a fome já aperta, então por que não aproveitar e almoçar no Mercadão?

Minha dica é você enfrentar um pastelzão (de queijo no meu caso que sou vegetariana). Mas não é só isso… Tem muitos lanches, sucos e frutas para serem comprados e experimentados.
Ah, não esqueça das frutas secas (castanhas, amêndoas, etc) cobertas com chocolate, enfim, tudo que um dia de moda merece para ficar perfeito…
Não deixe pra amanhã, aproveite!
por
Mariana Arruda

Proibido o uso de photoshop?
Oi gente, há algum tempinho eu postei falando sobre a Ditadura da Moda (clique aqui para ler), o post mostrava o NÃO a maquiagens, tinturas e padrão de corpo, e criticava o uso do photoshop.
Esses dias, procurando obter mais informações sobre esse assunto, olhem o que eu achei:
Projeto de lei francês exige rótulos de alerta acompanhando as fotos retocadas por programas gráficos, tanto as publicadas em conteúdo editorial quanto as que fazem parte de anúncios.
Os infratores poderiam enfrentar multas de 37,5 mil, ou quase US$ 55 mil, o equivalente a até 50% do custo de uma peça publicitária.
O motivo???
Preocupados com a possibilidade de meninas e mulheres se sentirem excessivamente pressionadas a corresponder às imagens presentes nas revistas de beleza, submetidas a procedimentos digitais e lipoaspiração, legisladores britânicos e franceses tentam obrigar publicitários a serem mais realistas.
(Madona sem e com photoshop)
Segundo as propostas desses legisladores, anúncios contendo fotos alteradas de modelos seriam obrigados a trazer mensagens revelando o emprego de efeitos digitais.
Eu, particularmente espero que aos poucos possamos ver as capas de revistas com fotos de mulheres reais, assim como nós e não àquelas bonequinhas de porcelana.
Algumas revistas já começaram a publicar matérias e capas de famosas de “cara lavada” e o resultado têm se mostrado bem satisfatório:

Pra finalizar, veja o que ode significar o uso do photoshop:
Por
Mari Arruda
Diferentes Percepções
Depois que eu participei do 1º encontro de ESTILO, ELEGÂNCIA E EQUILIBRIO: um olhar inclusivo sobre a moda (realizado pela Fundação Dorina Nowill para cegos), onde conheci pessoas maravilhosas e me inseri no universo dessas pessoas, eu tenho focado meu olhar para as necessidades e percepções de uma pessoa com deficiência visual.
Tento ajudar a achar soluções que a moda pode proporcionar a estas pessoas. Penso em como poder transmitir uma cor para alguém que nunca enxergou uma cor. Por meio de sensações que as cores refletem? Etiquetas em Braille? Atendimento personalizado?
Pensando e refletindo sobre esse assunto, encontrei um filme/documentário que aborda os temas que fazem parte da percepção, acho que vale a pena assistir.

Com direção de Walter Carvalho e João Jardim, escrito por José Saramago, “A Janela da Alma” é um filme, em gênero de documentário, que discute o processo de percepção do mundo, e a maneira que os fatos se dão, não apenas através da visão. O filme apresenta dezenove depoimentos, todos os entrevistados apresentam algum problema visual, que vai desde a miopia à cegueira.
O filme oferece uma profunda reflexão sobre o olhar, e como ele se relaciona com a percepção dos fatos, mostrando que muitas vezes, somente enxergar não garante a real percepção das coisas, e que existem elementos que podem complementar a percepção.
Os depoentes também falam da sua experiência de vida no convívio com a deficiência, mostrando como eles e suas famílias se adaptaram a isso.
Assista uma parte do filme/documentário:
Outro ponto que chama atenção no documentário é a participação do fotógrafo Eugen Bavcar, que também é cego, mas que, no entanto, consegue fazer belas fotos com o auxilio do tato, da imaginação e da audição. Ele chegou a se guiar pelo som, fazendo fotos em movimento, mostrando como a audição é uma outra forma de ajudar a sentir e perceber o mundo.
O escritor José Saramago fala que se enxergássemos tal como as águias, também sofreríamos porque enxergaríamos muito além do nosso olhar, e provavelmente também teríamos problemas com a percepção.
Fala ainda que somos todos cegos, cegos por nos termos tornado seres egoístas, transformando o mundo cheio de desigualdades, de sofrimentos sem justificação e conclui dizendo que devemos olhar as coisas por todos os ângulos, para que não tenhamos decepções.
Assim, “A Janela da Alma” é acima de tudo, um filme de expressão pessoal que aborda diferentes formas do olhar, como percepção, como reconhecimento e como emoção.
por Mariana Arruda
Argentinaaaa
CLASSIFICADA!
Para quem estava torcendo pela possibilidade de uma Copa do Mundo sem a Argentina, o apito final do árbitro Amarilla, em Montevideo serviu de despertador.

A Argentina está classificada para a Copa do Mundo.
Por um instante a torcida portenha esqueceu que o time tem jogado mal.
Que os atletas que já foram exemplo de raça e superação se parecem cada vez mais aos Kakás e Robinhos do futebol brasileiro que eu tanto critico.
Que Maradona está com altíssimo índice de rejeição pelos próprios argentinos.

Deixaram tudo isso ficou em segundo plano, ao ouvir em pleno Estádio Centenário jogadores e torcida cantando juntos…
Ole ole ole
Ole olé olé ola
Ole ole ole
Cada dia te quiero mas
Soy… argentino
Um sentimiento
Que nunca morrirá…
Para mim, que me considero sem pátria, nem patrão, sem hino nem fronteira, a conquista da Argentina me traz a lembrança de meus amigos em Buenos Aires.
Me traz a lembrança de um lugar que amo como minha casa, meu bairro.
Parabéns hermanos!

Assistimos a partida na casa do Gui (com direito a Panqueca e suco da dona Ana).
Após o jogo saímos em carreata aqui por Santo André buzinando nos bares da cidade.

Estaremos torcendo por vos na COPA!!!
Abraço
Mari Arruda
Resgatando a história da MODA Brasileira…
Oi gente, essa semana durante uma aula de Moda Contemporânea, relembramos do evento Phytoervas Fashion, aí eu decidi que iria postar pra quem nunca ouvir falar do evento ou pra quem acompanhava este evento que foi a primeira temporada de moda nacional.



O Phytoervas Fashion foi criado em 1993 com o objetivo de proporcionar visibilidade ao trabalho criativo e de qualidade desenvolvido por jovens estilistas. Até a sua 7ºedição, realizada em fevereiro de 1997, o Phytoervas Fashion era realizado duas vezes por ano, nos meses de fevereiro e julho.
Em sua 1º edição (fevereiro de 1994), o evento contou com a participação de Walter Rodrigues, Cia do Linho e Alexandre Herchcovitch. Com a criação de uma comissão julgadora, formada por profissionais do mundo da moda e das artes, (jornalistas, fotógrafos, profissionais de moda, professores, estilistas consagrados, diretores de arte), o evento ampliou seu numero de participantes e estabeleceu uma regra: o estilista escolhido só poderia participar no máximo três vezes do evento.
Este espaço foi criado para ser o primeiro Centro de Moda Brasileiro.
Em1996, o Phytoervas Fashion, já sob direção geral de Betty Prado, apresentou um formato mais maduro e profissional, e passou a ser realizado na Fundação Bienal de São Paulo. O evento reuniu mais de nove mil pessoas. Alguns estilistas que fizeram parte do evento após essa data: Ronaldo Fraga, Gloria Coelho, Marcos Borches, Marcelo Sommer, Mário Queiroz, Sta Ephigênia, Eduardo Ferreira, Estela Alcântara e Jeziel Moraes, Jun Nakao e mais uma vez o Mundo Mix, além de outras novidades como a participação de estudantes de moda com exposição de fotos, colagens e croquis dos estilistas participantes, mostrando o processo criativo.
Uma das contribuições do evento foram as “tendências”, que deixou de estar em um catalogo e passou a ocupar as revistas, com editoriais e histórico dos estilistas, fazendo com que as pessoas pudessem ter acesso às tendências.
Obs: O evento marcou também a estréia de Gisele Bündchen.

