Pencefundamental

A sua moda 2.0

Archive for Setembro 2009

Tatuagem

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oi gente,

estou indo pra faculdade e de lá vou direto ao 1º ENCONTRO ESTILO ELEGÂNCIA E EQUILÍBRIO.

Abaixo seguem as fotos de segunda-feira, da minha primeira tatuagem!!! Depois conto mais sobre ela e posto sobre o evento!

tattoo 004

tattoo 010

tattoo 021

Abraços

pos Mariana Arruda

Escrito por pencefundamental

Setembro 30, 2009 em 1:29 am

“Um Vestido y Um Amor”

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A atriz Debora Falabella junto com a amiga Mariana Aretz abrem a primeira loja da “Um Vestido y Um Amor”, só de vestido.

vestido

A idéia partiu de uma simples conversa em que a atriz descobriu que não era a única que sofria para comprar vestidos bonitos e baratos. A estilista e amiga também sofria deste “mal” e, juntas, decidiram criar uma marca romântica e retro, que conseguisse vender peças a preços razoáveis, sendo que o vestido mais caro não chega a R$200.

Aqui está o endereço do blog delas: unvestido.blogspot.com

Para acompanhar o crescimento das vendas, a dupla já trocou duas vezes o endereço do ateliê, que abriga os modelos permanentes feitos sempre de tecidos diferentes.

O novo espaço abriu no sábado (dia 26 de setembro de 2009) no endereço: R. Augusta, 2.052, sala 6, Jardim Paulista.

Abraço

Mari Arruda

1º encontro ESTILO ELEGÂNCIA E EQUILÍBRIO

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A Fundação Dorina Nowill para Cegos promove o 1º ENCONTRO ESTILO ELEGÂNCIA E EQUILÍBRIO: Práticas e reflexões sobre o Universo da moda e consumo contemplando também as necessidades das pessoas com deficiência visual.

encontro

O evento será realizado nos dias 30 de setembro e 01 de outubro de 2009 e eu vou estar lá participando e escrevendo para quem não puder ir.

Mas é um evento que vale a pena participar, confira só a programação completa:

30 DE SETEMBRO DE 2009

Fecomércio | Teatro Raul Cortez | Avenida Nove de Julho, 289 | Bela Vista | SP

12h30

Recepção e credenciamento

13h30

Abertura

Sr. Alfredo Weizflog | Presidente da Fundação Dorina Nowill para Cegos

13h35

Mesa Redonda: COMPORTAMENTO E ETIQUETA

Sra. Dorina de Gouvea Nowill | Presidente Emérita da Fundação Dorina Nowill para Cegos

Sr. Roberto Issa | Estilista

Ana Rita de Paula | Psicóloga

15h

Mesa redonda | ESCOLHA, INDEPENDÊNCIA, ORGANIZAÇÃO E MODA

Milla Mathias | Consultora da Estilo Profa. Ms. Romy Tutia | Coordenadora do curso de Moda da FMU

Profa. Ms. Francisca Dantas Mendes | Professora do Curso de Moda da FMU

Miguel Gianini | Óticas Gianini

Maquiador Natura

16h45

Palestra | OLHAR OLHARES: O MERCADO CONSUMIDOR DE MODA E A PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL COMO CONSUMIDORA

Rosângela Lyra | Diretora Geral da Dior no Brasil e Repres. da Associação de Lojistas da Oscar Freire

Prof. Ms. Geraldo Lima | Estilista, Professor da Anhembi Morumbi e Proprietário da loja Urânio

Thays Martinez | Presidente do Instituto Iris e Consumidora

17h20 às 17h40

Palestra | MODA E AUDIODESCRIÇÃO

Profa. Dra. Lívia Mota | Especialista em audiodescrição

18h

Encerramento


01 DE OUTUBRO DE 2009

Faculdade de Moda da FMU | Av. Lins de Vasconcelos, 3406 | Vila Mariana

8h30 às 12h

Oficinas Temáticas

Oficina de Moda: Prof. Romy Tutia e Prof. Tita | Faculdade de Moda FMU

Oficina de Moda: Profa. Ms. Romy Tutia e Profa. Ms. Francisca Dantas Mendes | Fac. de Moda FMU

Oficina de Estilo: Milla Mathias | Consultora de Estilo

Oficina de Maquiagem: Natura

12h às 13h30

Almoço

13h30 as 16h

Oficinas Temáticas

Oficina de Moda: Profa. Ms. Romy Tutia e Profa. Ms. Francisca Dantas Mendes | Fac. de Moda FMU

Oficina de Estilo: Milla Mathias | Consultora de Estilo

Oficina de Maquiagem: Natura

16h

Desfile de Modas com Audiodescrição

17h30

Encerramento

Vale lembrar que o evento é aberto ao público em geral e tem o valor de investimento de R$ 60,00.

Clientes e familiares da Fundação Dorina Nowill para Cegos e outras instituições que atuam em prol dos deficientes visuais tem desconto.

Faça sua inscrição com a Glete, no fone  (11) 5087-0970 ou pelo emai: voluntariado@fundacaodorina.org.br

Para quem quiser maiores informações, acesse: www.fundacaodorina.org.br

realização

HOMENS de saia

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Vocês já devem ter visto ou ouvido falar de homens usando saia. Para alguns soa estranho, para os mais jovens é ligado diretamente a grupos como punks, hippies, novos românticos, pessoas modernas e ousadas.

Mas, se pararmos para analisar, quando pensamos em kilt, a primeira imagem que aparece em nossas mentes- ou na maioria delas- é daquele saiote xadrez usado por homens na Escócia.

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O kilt foi adotado pela Escócia como um símbolo nacional do traje masculino, o que acabou sendo difundido no mundo como um padrão estilizado. Mas, o kilt é uma criação dos celtas, povo que precedeu os escoceses, assim como aos irlandeses, que também os usam. E, o mais engraçado é que originalmente, os kilts não eram xadrezes!

O kilt é definido por ser um saiote masculino, pregueado na parte de trás, cujo comprimento vai da cintura aos joelhos e o que o define como kilt não é o padrão xadrez (tecido chamado tartan) e sim a forma como foi confeccionado.

As cores utilizadas no tartan e o padrão que formam, representam as famílias (ou clãs, como dizem os escoceses).

No mundo contemporâneo que vivemos, muitos homens estão usando cada vez mais saias e alguns estilistas mais ousados e conceituais, como Jean Paul Gaultier, Marc Jacobs, Vivienne Westwood, Rei Kawakubo, Alexander McQueen e Alexandre Herchcovitch, apresentam com freqüência este modelito de saia em seus desfiles…

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Entrevista com Didier Grumbach

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Acho necessário que todos gostam de moda e se interessam pelo assunto, que leiam esta entrevista com Didier Grumbach, presidente da Federação Francesa da Costura.

“O desfile, hoje, não serve para nada. As grandes revistas vendem seus espaços comerciais antecipadamente e as grifes que não podem, ou não querem pagar, são totalmente ignoradas”.

Didier Grumbach

“A moda é a única indústria que dá, gratuitamente, sua invenção para a concorrência, antes que ela seja produzida e vendida. Na minha opinião, a apresentação das coleções deveria ser acoplada à venda. Se você dá sua inovação de graça, a Zara vai produzir e entregar antes de você”.

(Didier Grumbach, sobre os desfiles de lançamento sazonais).

As frases acima, que criticam o modelo de calendário adotado pela moda na maior parte dos países, foram ditas por Didier Grumbach em 15 de junho, ironicamente, data em que esteve em São Paulo a convite da  São Paulo Fashion Week, para o lançamento de seu livro “Histórias da Moda”.

A publicação traça um panorama histórico do surgimento da alta-costura, no final do século XIX, até os dias atuais. E apesar do assunto ser bastante específico, graças à linguagem acessível e aos detalhes curiosos, a narrativa é capaz de entreter os leitores curiosos sobre o surgimento da moda, mesmo que não tenham formação ou aspiração acadêmica.

Mas o intuito deste post é indicar a leitura da excelente entrevista feita com o escritor, por Tarcisio D’Almeida para o caderno MAIS! da Folha de São Paulo, publicada em 21/06/09. Leia, abaixo, é imperdível!

Para usar e abusar

Autor de “Histórias da Moda”, Didier Grumbach diz que grandes costureiros, como Saint Laurent, foram mais inovadores nas coleções de prêt-à-porter do que na alta-costura

TARCISIO D’ALMEIDA
ESPECIAL PARA A FOLHA

Quando o prêt-à-porter emergia na cultura e na civilização francesas, no início da década de 1960, Didier Grumbach era adolescente: tinha 17 anos. Formou-se em direito, mas, por um erro de percurso, acabou seduzido pela indústria da moda.

Testemunha de uma época em que a hegemonia da tradição elitista da alta-costura começou a ser confrontada com o olhar criativo e visionário dos estilistas do prêt-à-porter, Grumbach acaba de ter seu livro “Histórias da Moda” publicado no Brasil. Em entrevista à Folha, afirmou que “sem megalomania e criatividade a moda não pode existir”.
Em seu livro, a reflexão sobre vestimentas e moda remonta a períodos anteriores à noção moderna de moda, na qual esta se fundamenta a partir do século 19, sobretudo, com a invenção da alta-costura.

Para ele, a moda pode, por isso, colaborar para refletir sobre estruturas do cotidiano, das aparências, dos estilos, dos costumes, das etiquetas, dos gostos e consumo das sociedades. Esses temas, diz, podem contribuir para entender a atual configuração dos mercados de moda no mundo globalizado.
Na entrevista abaixo, ele também advoga em favor do livre espírito criativo da moda.

FOLHA – Como podemos pensar a relação entre roupa, moda, arte e sociedade?
DIDIER GRUMBACH – A comparação constante entre moda e arte, tendo a alta-costura como parâmetro, é muito mais frágil e contestável do que com o prêt-à-porter nos dias atuais. Este último foi organizado como um sistema de franchising, permitindo ao criador se exprimir de maneira muito mais original. Quando a alta-costura era pujante e o prêt-à-porter não existia, cada costureiro tinha sua própria clientela, à qual ele tinha que se adaptar. Yves Saint Laurent era muito mais livre com suas criações, no ano de 1966, exprimindo-se a partir de suas coleções YSL Rive Gauche. Ele teve a possibilidade de inovar muito mais com o prêt-à-porter do que com sua alta-costura, que era destinada a um público burguês. O prêt-à-porter deu liberdade para os criadores da moda, pois o passado não era estimulante.

FOLHA – Quando o sr. fala de passado, quer dizer que não havia diretores de criação?
GRUMBACH – Sim. Se observarmos os grandes costureiros e tomarmos como exemplo a Maison Jean Patou no seu período áureo, as coleções começavam a ser apresentadas de manhã e seguiam até a noite sem necessariamente terem um diretor artístico. Era normal ela comprar croquis externos, em particular de Christian Dior, e as clientes achavam normal comprar esses modelos de uma “maison” que não tinha diretor artístico. Aliás, esse questionamento era inexistente, pois era uma época em que a empresa era industrial, e não mais uma “maison” de criação. Para se ter uma ideia, em 1925 a Jean Patou tinha cem vendedoras e 30 provadores de roupas. Também podemos citar Madame Carven, que, em 1948, vendeu 9.000 peças de alta-costura -o que pode ser considerado uma produção industrial. Ou seja, a alta-costura sempre foi uma indústria, mas não uma indústria criativa. A idade de ouro da alta-costura é algo que nos apaixona, mas é como um sonho.

FOLHA – Inspirados no sociólogo alemão Norbert Elias (em “Os Estabelecidos e os Outsiders”, ed. Jorge Zahar), podemos imaginar um confronto entre a tradição dos costureiros da alta-costura e a atitude visionária dos estilistas do prêt-à-porter?
GRUMBACH – Hoje a ideia de que alta-costura serve de laboratório para o prêt-à-porter não se sustenta de modo nenhum. “Maisons” como Thierry Mugler, Montana e Jean-Paul Gaultier eram líderes do prêt-à-porter e foi na alta-costura que encontraram problemas com os quais nunca souberam lidar.

FOLHA – O sr. afirmou não existir uma moda de um único país, isto é, “moda da França”, “moda do Brasil” etc. Mas, se pensarmos em termos de consumo, a China seria uma aposta para a moda do futuro, até mesmo em termos de criação?
GRUMBACH – Não, não acredito que a moda chinesa seja a moda do futuro. A dificuldade é que a China não exporta nada, e o Ocidente importa tudo. Seria muito difícil para o mercado chinês concorrer, por exemplo, com a [rede espanhola de "fast fashion"] Zara, por exemplo. E tudo o que se refere à fabricação chinesa é muito complicado, pois é difícil ser, ao mesmo tempo, produtor e fornecedor de produtos baseados em mão de obra barata. Essa mudança de paradigma levaria anos. É o contrário do Japão, por exemplo, que abriu seus mercados ao mundo ocidental nos anos 1950, e a indústria do país pouco a pouco foi se constituindo e crescendo.

FOLHA – No caso do Brasil, quais são as dificuldades e forças em relação a esse mercado?
GRUMBACH – O Brasil oferece o mesmo nível de dificuldade mecânica no que diz respeito às estações do ano, que não são coincidentes com as de outras regiões do globo. Isso resulta em uma logística complicada. É possível resolver progressivamente esse problema com um certo alinhamento entre as “maisons” por meio de coleções diferenciadas, que guardem uma certa referência a países longínquos -mas sem necessariamente manter uma visão folclórica ou extremamente regionalista de moda. O que é interessante nesse alinhamento é a possibilidade de uma “maison” francesa, por exemplo, poder adquirir produtos ou ter fornecedores e criadores brasileiros que possam desfilar nas semanas de moda de Paris, como foi o caso de Alexandre Herchcovitch. Acredito que em alguns anos, por conta da globalização, isso possa ser realizado, e de forma muito rápida. O que deverá acontecer numa próxima etapa é que criadores da nova geração de todo o mundo -que já entenderam a nova configuração do mercado internacional- poderão contribuir com coleções para Dior, Saint Laurent, Givenchy (e suas criações ficarão relacionadas a essas marcas). Algo que era impensável há alguns anos, mas totalmente possível na atual configuração mundial.

FOLHA – E quais são os desafios para os novos criadores? A moda se pautará pela tecnologia?
GRUMBACH – A nova geração irá se inserir no mercado de uma maneira rara, pois a moda hoje é um fenômeno tecnológico -não é mais artesanato. Por exemplo, ela pode ser pensada em Paris, desenhada pela internet em outra cidade e produzida em qualquer parte do mundo, como em São Paulo. Isso é algo sensacional! Essa moda irá pautar uma indústria de ponta, pois é um novo modelo de gestão que todos tentam imitar. Trabalhar com criadores hoje é fundamental porque apenas usar o marketing como ferramenta não funciona mais. Um produto que é destinado somente ao mercado brasileiro não poderá ser exportado. Da mesma maneira que um produto direcionado apenas ao mercado francês não será exportado porque a moda é uma indústria de ponta e revolucionária -algo que ela não era há dez anos.

FOLHA – Há possibilidade de algum criador brasileiro desenvolver uma coleção para uma grife internacional, dentro da ideia de globalização, como acontece com o português Felipe Oliveira Baptista?
GRUMBACH – Eu não estou familiarizado com o parque industrial têxtil brasileiro, mas acredito que é possível fazer várias alianças nesse contexto. Porque o Brasil tem o “savoir-faire” específico em alguns produtos, como moda praia, além do couro e do design de sapatos. Boas alianças podem ser estabelecidas porque existem criadores aptos a aconselhar tanto uma empresa chinesa quanto uma italiana, como a Max Mara -esse é o caso de Felipe Oliveira Baptista. Vivemos a globalização, em que não existem mais nacionalidades, e um brasileiro pode assumir o processo criativo de uma grife internacional, como é o caso de Francisco Costa na Calvin Klein. No mais, ninguém diria que Karl Lagerfeld é alemão e que Alaïa é tunisiano.

TARCISIO D’ALMEIDA é professor (meu professor) de moda na Universidade Anhembi Morumbi (SP). Colaboração e tradução de Marilane Borges .

HISTÓRIAS DA MODA

Autor: Didier Grumbach
Editora: Cosac Naify (tel. 0/xx/11/ 3218-1444)
Quanto: R$ 99 (456 págs.)

“Exposição Jardim de Infância”

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Pra quem não conferiu a exposição “Jardim de Infância” no MAM do dia 17 de julho  até 13 de setembro de 2009,  com curadoria e seleção dos irmãos Campana, eu vou falar um pouco à respeito.

O MAM pediu aos irmãos Fernando e Humberto Campana que escolhessem algumas obras entre o acervo de peças do museu, e que oferecessem um novo olhar sobre estas, buscando claro, o design. Nasceu, então a exposição Jardim da Infância:

exposição 027

Os irmãos Campana fizeram uma seleção pessoal de 5 mil peças do acervo do MAM e montaram uma exposição que visava mostrar como a arte surge através do design. Para a escolha dos objetos, os irmãos Campana buscaram no cerne de seu trabalho os critérios para criar a mostra.

irmaoscampana

O ambiente proposto por eles era colorido, envolvente, que mexia com experiências visuais, olfativas e auditivas, possibilitando uma interação entre a pessoa e o objeto.

A sensação remetida ao entrar na mostra era de que aquela sala parecia um gabinete cheio de bugigangas, que causavam curiosidade, e que, à medida que se observava cada objeto, uma emoção era causada.

Alguns objetos da mostra:

exposição 036

exposição 028

exposição 042

exposição 043

por

Mariana Arruda

HERCHCOVITCH FAZ SEU PRIMEIRO DESFILE NA ROSA CHÁ

com um comentário

Estreando como estilista da Rosa Chá, Alexandre Herchcovitch apresentou dia 10 de setembro de 2009,  seu primeiro desfile na semana de moda de Nova York.

Foi sua primeira apresentação de coleção para a grife e a primeira vez que ele cria uma coleção completa de beachwear.

rosa

Quanto ao tema, Alexandre deixou-se conduzir pela própria arquitetura do beachwear com referências às sutilezas da lingerie.

Segundo ele, a brasileira tem uma relação única com o corpo, num equilíbrio ideal no mostrar e esconder as partes do corpo, por meio da roupa.

O estilista soube explorar transparências, construções e formatos de bojos, além do uso de cristais aplicados em algumas peças, listrados branco-e-preto e cores fortes trançadas como amarelo, verde e laranja.

rosacha

Herchcovitch inaugurou uma nova fase na grife Rosa Chá, sem deixar o passado legado por Amir Slama, ex estilista da marca.

Vale lembrar que Alexandre Herchcovitch é daqui de São Paulo, e teve seu contato com o a moda desde cedo graças ao convívio com sua mãe Regina, dona de uma pequena confecção, que o ensinou princípios básicos de costura.

Em breve prometo um post só sobre a história dele, assim como fiz como Coco Chanel (veja aqui o post sobre a estilista). Por hora, quem quiser saber um pouco mais, pode visitar o site do estilista: http://herchcovitch.uol.com.br/index_pt.html

As fotos utilizadas neste post foram retiradas do site: http://estilo.uol.com.br/moda/album/bakstagerosachav10_album.jhtm#fotoNav=19

Por

Mariana Arruda

MESA REDONDA – FASHION´S NIGHT OUT 2009

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Essa é para quem gosta de moda e gosta também de entender os processos criativos envolvidos nesta área.

Acontece quinta-feira, 10/09/2009 no Shopping MARKET PLACE às 19h30:

raquel-zimmermann

MESA REDONDA – FASHION´S NIGHT OUT 2009
TEMA – MODA: TAPETE VERMELHO, ESPUMANTE E GLAMOUR, MAS NÃO SÓ!


PALESTRANTES: Prof. Ms. Geraldo Coelho Lima Jr.; Profa. Ms. Mariana Rachel Roncoletta e Profa. Ms. Miriam Levibook.

Sobre o evento:

A Livraria Cultura e a Universidade Anhembi Morumbi realizarão nesta quinta uma mesa redonda e uma exposição de 20 looks criados e realizados pelos alunos dos cursos de Moda, dentro da programação do FASHION´S NIGHT OUT 2009.

O evento é promovido pela Revista Vogue a partir de uma iniciativa de Anna Wintour, editora-chefe da edição americana da revista, o projeto prevê a mobilização de 14 países do circuito da moda. Lojas de Nova York, Madri, São Paulo, Paris, Moscou, Milão, Pequim, Londres, Berlim, Atenas, Nova Delhi, Tóquio e Taipei ficarão abertas das 18h a meia-noite do dia 10 de setembro, para promover e celebrar a indústria e o comércio da moda.

O objetivo do encontro é apresentar ao público que a moda não é somente glamour, mas sim muito trabalho, pesquisa e dedicação. A mesa será composta por três professores, onde cada um deles apresentará todo o processo de criação, desenvolvimento de produtos e imagens, produção e comunicação em moda.

Abaixo, confira a programação:

19H30 – MESA REDONDA
21H – COQUETEL + EXPOSIÇÃO

SOBRE OS PALESTRANTES:

Geraldo Lima
Geraldo Lima é graduado em Desenho Industrial pela UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais. Designer de moda e figurino, com especialização em Moda, Arte e Cultura pela Universidade Anhembi Morumbi e mestre em Design pela mesma instituição.

Miriam Levinbook
Mestre em Design pela Universidade Anhembi Morumbi em São Paulo, graduou-se em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado e é especialiasta em Moda e Comunicação em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi.

Mariana Rachel Roncoletta
Stylist, apaixonada por moda, atua na área como jornalista e consultora no desenvolvimento e criação da Imagem de Marcas. Editora de moda, stylist, figurinista e professora. Pesquisa há anos o desenvolvimento de calçados para portadores de restrições físicas. Mestre em Design, Arte e Moda pela Universidade Anhembi Morumbi-SP, pós-graduada em Jornalismo de Moda e especialista em Comunicação e Marketing de Moda pela mesma instituição.

Pra maiores informações acesse: http://colunistas.ig.com.br/fashionsnightout/2009/07/

Abraços

Por Mariana Arruda

Coleção bem diferenciada

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Um dia desses, estava pesquisando sobre tendências e olhem o que eu acabei encontrando: essa coleção maluca de sapatos.

Não resisti e acabei postando para vocês verem cada modelo divertido e diferente.

sapato1sapato2sapato3sapato4sapato5sapato6sapato7sapato8sapato9sapato10sapato11sapato12sapato13sapato14sapato15sapato16sapato19sapato21sapato22sapato23sapato24sapato26sapato27

As fotos foram retiradas do site: http://seboeacervo.blogspot.com/2009/07/mais-uma-colecao-fashion-incrivel.html

 

Abraços

Mariana Arruda

Exposição Christian Lacroix em São Paulo

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Aí vai uma dica de exposição de moda que acontece em São Paulo, mais um evento em comemoração ao Ano da França no Brasil.

A exposição de trajes criados para os palcos do estilista Christian Lacroix.

A exposição reúne a ligação do estilista com a moda e as artes cênicas, ao exibir 105 figurinos que ele criou desde a década de 80, para operas, balé e teatro, além de 80 desenhos e croquis.

foto retirada do site: www.faap.br/hotsites/hotsite_lacroix/images/04.jpg&imgrefurl=http://www.faap.br/hotsites/hotsite_lacroix/pop_up_04.htm&usg=__IPZ9uQdkNe4dmGfeC6PrzsYPlss=&h=363&w=500&sz=57&hl=pt-BR&start=1&sig2=aoZe_MKhtjTLbBd2JlOXCg&um=1&tbnid=_eYdh3Bd3hBPLM:&tbnh=94&tbnw=130&prev=/images%3Fq%3Dexposi%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BfaapChristian%2BLacroix%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DG%26um%3D1&ei=DAikSqwWgvWdB-KNlfkNhttp://www.faap.br/hotsites/hotsite_lacroix/pop_up_04.htm

Para quem não sabe Christian Lacroix, antes mesmo de criar sua Maison de Alta-Costura em 1987 ele já se dedicava a concepção de figurinos (desde 1985).

“Minha entrada no mundo da moda aconteceu por causa do teatro”.

(Christian Lacroix em um dos textos do catálogo da mostra).

A exposição acontece na Faap com cenografia de Michel Albertini, coloca o Salão Cultural todo escuro, tendo oito vitrines iluminadas, cada uma com dedicada aos figurinos de peças cênicas como Otello e Fedra.

foto retirada do site: http://www.magnoliastore.com.br/blog/archives/category/eventos/page/2

foto retirada do site: http://www.magnoliastore.com.br/blog/archives/category/eventos/page/2

Lacroix mistura tecidos, estampas (especialmente orientais) e técnicas, destaque também para os trajes que misturam referencias espanholas e ciganas.

Ao longo da mostra é possível ir relacionando os figurinos com os desenhos do estilista, um complementando o outro.

foto retirada do site: http://blogs.abril.com.br/croquidamoda/2009/06/christian-lacroix-na-faap.html

foto retirada do site: http://blogs.abril.com.br/croquidamoda/2009/06/christian-lacroix-na-faap.html

Bom, a exposição é GRATUITA e vai até dia 1º de novembro e acontece na Faap, que fica na rua: Alagoas, 903, Higienópolis- SP e vai de terça à sexta das 10h às 20h e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.

Para maiores informações, acesse www.faap.br.