Arquivo da tag: Uruguai

Fugindo do Carnaval

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Oi gente,

Em plena quinta- eu sei um pouco antes do carnaval- já vou embarcar pra minha nova viagem.

Dessa vez, ou melhor, como todas as outras vezes eu vou fugir do Carnaval… heheh, estamos (eu e o Mau) indo hoje pro Chile– ficaremos em Santiago 5 dias, depois iremos pro Uruguai (Montevidéu) onde encontraremos o Gui (que vai direto pra Montevidéu), lá ficaremos 4 dias e iremos depois pra Argentina, Buenos Aires.

Vou aproveitar essa viagem para abastecer minha estante de livros, pretendo comprar alguns sobre a Ditadura na Argentina (entre 76 e 83), sobre a luta das Mães da Praça de Maio e alguns sobre design e moda.

Estou estudando muito sobre a Ditadura na Argentina por causa do tema do meu TCC- a luta das Mães da Praça de Maio, depois faço um post falando sobre isso.

Bom… a viagem será regata a diversos jogos de futebol, shows do Doble Fuerza, ensaio da banda Tango 14, muitas lojas, comidas diferentes, rever amigos, praias e se eu agüentar o frrrrrrrrrrrio até um mergulho no oceano Pacifico no Chile.

Depois faço um diário de viagem com dicas, fotos, comidas e cultura de cada lugar.

Abraço

Mari Arruda

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Carnaval- parte 1

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Pois é…. Mais um carnaval que consegui fugir daqui e trocar o samba pela moda argentina (e uruguaia dessa vez), jogos e mais jogos de futebol, visita a amigos, show e muito passeio . Foi um feriado bem produtivo e espero dividir algumas das quase 1.000 fotos que fizemos (eu, Mau, Gui e o Gabriel, que só encontramos em Buenos Aires) por lá.

Hoje vou escrever sobre o Uruguai:

O início da viagem já foi animadíssimo ao saber ainda em Cumbica, que o nosso Santo André havia ganho de virada do Mirassol.

A viagem foi dividida em duas etapas. Saímos daqui de SP sexta-feira à noite, chegamos em Montevidéu (Uruguai) de madrugada, pegamos um taxi até o hotel Arapey. Descrição do hotel segundo o taxista “Malíssimo”, o hotel era um tanto quanto… estranho.

Ficamos três dias em Montevidéu, uma cidade muito legal que consegue manter um ar “retrô”, mesmo em meio às inovações tecnológicas tão presentes no dia a dia.  O nosso hotel era próximo à Ciudad Vieja, lado ainda mais old school de Montevidéu.

O centro é cheio de praças e monumentos…

 

Existe um contraste das grandes avenidas com estreitas ruas, que escondem calçadões sempre cheios de feirinhas com muita arte a venda.

Economicamente falando, o mais legal do Uruguai é que eles tem notas de mil… hehehehe. Antes que alguém pense que a gente ficou milionário, vale lembrar que R$1 = 10 Pesos Uruguaios, a verdade é que dava dó de dar 200 pesos em uma pizza, mas a pizza lá só custava 20 reais.

Ah, e Montevidéu tem praias e tem um Shopping ótimo a 500m da praia, então fomos lá conferir (que sacrifício).

Comprei uma saia cheia de rebite da Zara lá no shopping:

 

Fomos em um show de punk rock pra ver como é que é a cena por lá!

Em relação ao futebol, fomos em 2 jogos. Um dia no do Peñarol e no outro do Nacional (rivais e o pior de tudo os dois jogos foram no mesmo estádio, no Centenário, um no sábado, outro no domingo).

jogo do Peñarol

deu até pra pegar um bronzeado no jogo do Peñarol

jogo do Nacional

Em relação à moda, as uruguaias usam roupas muito coloridas, saias bem curtas, rasterinhas, flor no cabelo, calça skinny bem colorida, mochilas e bolsas de mão estruturadas.

Os cabelos, na maioria são compridos, porem inteiros navalhados, dando um aspecto de varias camadas de comprimentos variados, a moda por lá é muito parecida com a Argentina.

Minhas aulas já começaram na faculdade, e já tenho milhares de tarefas, projetos, que em breve eu conto pra vocês, assim como continuarei postando sobre a viagem, agora em relação à Argentina.

Abraço

Por

Mariana Arruda

O Carnaval e as Máscaras

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O Carnaval está chegando e estou fugindo pro Uruguai e Argentina na sexta-feira, já pulei muitos carnavais no Brasil, mas acho que estou ficando velha (heheh) não tenho mais vontade de pular e ficar na farra, entretanto me interesso muito pela historia/cultura do Carnaval. Então decidi postar sobre as máscaras utilizadas no carnaval.

Há um tempo atrás estive na cidade de São Francisco Xavier e fui conhecer o Atelier de las Máscaras, do mestre mascareiro Carlos Alberto Gaudin, 56 anos, que cerca de 5 anos começou a confeccionar máscaras que remetem ao tradicional Carnaval de Veneza e àcommedia dell’arte e podem ser usadas como peça decorativa ou adereço para bailes.

Tudo começou quando o argentino radicado no Brasil há 37 anos ficou desempregado e, durante uma visita à casa de uma amiga carioca, se deparou com uma coleção de máscaras, ficou tão maravilhado que teve vontade de aprender as técnicas e fazer máscaras (não é difícil se apaixonar pelo universo lúdico e ar misterioso que as máscaras proporcionam).

Para aprender a “cartapesta”, técnica de empapelamento que requer várias camadas de papel reciclado e de jornal para formar uma máscara, Gaudin passou um ano pesquisando livros de arte, escultura da cabeça humana e técnicas de pintura.

Como as peças são feitas sob encomenda, o mestre mascareiro recebe clientes de toda parte do Brasil e até do mundo o que acaba tornando seu Ateliê um atrativo turístico de São Francisco Xavier.

Sobre as máscaras:


Presentes no Carnaval veneziano até hoje, Gaudin acredita que as máscaras são um complemento importante também para a festa brasileira. “Apesar de serem usadas apenas em algumas situações, como bailes de máscaras, elas são peças muito importantes em alguns países. “Brasil e Veneza têm estilos diferentes de Carnaval. No Brasil, há um culto mais tropical e as pessoas não usam mais tantas máscaras. Até os anos 80, elas eram tradicionais nos bailes de clubes. Agora, as máscaras estão voltando para os bailes à fantasia e peças decorativas”, explica.

A história:

O estilo das máscaras que complementam fantasias e adornam paredes de colecionadores começou por volta do ano de 1550, em Veneza. Nessa época, os venezianos usavam as máscaras para se esconderem, por questões político-religiosas, durante os 365 dias do ano. “O principado era muito liberal e tinha alguns conceitos contrários aos da Igreja Católica. Nessa altura, o ‘Carnevale’ também já existia e era tido como uma ‘festa pagã’ e as máscaras integravam o figurino das peças teatrais da commedia dell’arte.

Tudo isso durou apenas até 1750, quando Il Doje, príncipe de Veneza, foi obrigado pelo papa a proibir o uso das máscaras pelo povo veneziano. A partir de então, as máscaras só eram permitidas somente no palco da commedia dell’arte. As peças só voltaram a integrar o figurino das festas italianas em 1880, com o primeiro atelier de máscaras de Veneza, o “Maschere mondonovo”.

Independente do modelo, as máscaras são uma mistura de tradição e de mistério, num jogo de fantasia sobre o que elas mostram e escondem, “A máscara é mística, é pura arte”, acredita o mestre mascareiro de São Francisco Xavier.

As máscaras podem ser encomendadas via e-mail (gaudinmasks@yahoo.com.br) e variam de R$ 150 a R$ 800.

Parte da entrevista com o mestre mascareiro foi retirada do site: http://www.atelierdelasmascaras.com.br/atelierdelasmascaras/m_comum/imgs/01.pdf

Por Mariana Arruda

Férias

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Oi gente, tudo bem?

Escrevo me desculpando pela minha ausência ultimamente, é que depois da maratona Fashion Rio + SPFW eu tirei umas férias e fugi pra praia hehe, voltei ontem pro jogo do meu Ramalhão, que empatou (2×2) com o Oeste de Itápolis.

Escrevo para avisar que, como de costume, no Carnaval estarei indo para Buenos Aires rever amigos, bandas, jogos e a novidade desta vez é que irei também passar uns dias no Uruguai, em Montevidéu, em breve eu escreverei apontando as coisas/lugares que quero conhecer e darei algumas dicas sobre o que eu já sei sobre os locais.

Quem quiser alguma informação ou contar compartilhar alguma sugestão/dica fique à vontade.

mariana.as@uol.com.br

Mariana Arruda

Abraços